10 de maio de 2016

Estudar é Progredir - 1° Parte

Boa noite a todos, hoje em primeiro lugar gostaria de pedir mil desculpas por ter ficado tantos meses sem fazer nenhuma postagem.
O fato é que minha vida anda  muito corrida, e eu não contei com a ajuda do tempo para administrar minha rotina, e um blog tão visualizado quanto este, em consequência disto me afastei por alguns meses para tentar por minha vida em ordem. Acho que de certa forma eu consegui.
 Bom vamos ao que interessa?!

Durante esses meses em que me ausentei, estudei bastante sobre o continente africano, e aprendi diversas peculiaridades, das quais, algumas irei compartilhar com vocês ao longo de diversas postagens. Afinal, ser negro, amar sua cor, sua raça, e como seu cabelo cresce desde a raiz não é tão simples quanto muitos pensam. Confesso que também achei que era só cortar o cabelo bem curtinho e deixa-lo crescer natural. Todavia, ser negro vai muito além disso.

Creio que todos já saibam que o continente africano é o terceiro maior do planeta, e que fica atrás apenas da Ásia e das Américas. Contando com suas ilhas adjacentes, o continente ocupa cerca de 20% da área total de terra firme do planeta. É que também  é o segundo continente mais populoso da Terra, ficando apenas atrás da Ásia. Possuindo mais de 800 milhões de habitantes divididos entre seus 54 países, sendo 48 continentais e 6 insulares, representa cerca de um sétimo da população do mundo. Seu território banhado pelo Oceano Atlântico, pelo Mar Mediterrâneo e pelo Oceano Índico.
 Os países da África que têm o português como língua oficial são: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
Sobre a história da África, a muito o que aprender, em resumo, sabemos que entre o Brasil e o continente há uma grande relação histórica devido ao fato de que os africanos, que foram trazidos para nosso país como escravos, entre os séculos XVI e XIX, enriqueceram a cultura brasileira com seus costumes, rituais religiosos, culinária, danças etc. E somente no século XIX, com o movimento abolicionista, os negros ganharam a liberdade com a assinatura da Lei Áurea (1888). 
Provavelmente o primeiro estado a constituir-se na África, foi o Egito há cerca de 5000 anos, contudo muitos outros reinos ou cidade-estados foram sucedendo-se neste continente, ao longo dos séculos. Além disso, a África foi, desde a antiguidade, procurada por povos de outros continentes, que buscavam as suas riquezas como sal e ouro. A atual divisão territorial da África, no entanto, é muito recente – de meados do século XX – e resultou da descolonização européia. 

E no fim da década de 70, quase toda a África havia se tornado independente. Porém os  Estados africanos enfrentam até hoje vários problemas básicos, como o desenvolvimento econômico, o neocolonialismo e a incapacidade de se fazerem ouvir nos assuntos internacionais. Pois a maioria dos Estados africanos é considerada parte do Terceiro Mundo.


Bom gente de início é isso, um pouco sobre o território ligação com nossa cultura, e problemas básicos enfrentados pela África. 
Já já, um pouco mais sobre nossas origens. 
   

8 de março de 2016

Luta ou Homenagem, a qual devemos nos apegar?

    Antes de mais nada, devemos nos atentar ao contexto histórico que perpassam sobre a data comemorativa 8 de Março, pois desta forma, não estaremos cometendo nenhum pré julgamento,  ou relatando algo sem bases históricas.
    Levando em tese o contexto, as histórias que a princípio deram origem à  criação de um dia especial para a mulher o " Dia Internacional da Mulher" são baseadas em um fatídico acontecimento, em que durante um  incêndio ocorrido em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente não ocorreu no dia 8 de Março mas sim, em 25 de Março daquele ano, e com toda certeza marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século XX, contudo os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento. 

    Desde o final do século XIX, organizações feministas originadas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos, contra as longas jornadas de trabalho e salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial que às levaram a greves para reivindicar melhores condições de trabalho.
    A primeira comemoração do Dia Internacional da Mulher foi celebrada em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. Após tais acontecimentos, foi em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, que uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países, com objetivo de honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. 
    Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917, quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
    Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
    Agora voltemos a contemporaneidade do dia 8 de Março, após feita a leitura acima concluo que, esta data comemorativa não foi criada apenas para os homens mostrarem uma vez ao ano o quão suas esposas, namoradas, mães, avós, irmãs são especiais para eles, a ponto de lembrarem de fazer uma declaração neste dia. 
    Em síntese, o "8 de Março" deve ser visto e encarado como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países, e para a conscientização de como foi difícil a luta feminina por, como já dito anteriormente: melhores condições de trabalho e qualidade de vida, direito ao voto, igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher.

O Tempo Muda Tudo

Olá meus queridos, eu sei ... já faz muito tempo que  não nos encontramos por aqui né. Para ser mais exata, fazem 3 anos que eu não escrevo ...